Advogado é preso com mais de cem bananas de dinamite em Teresina imprimir publicado em: 12 / 04 / 2018

A Polícia Militar descobriu uma grande quantidade de explosivos e materiais usados em roubos a instituições bancárias dentro de uma oficina localizada no bairro Tabuleta, na Zona Sul de Teresina. Entre os artefatos os policiais encontraram 115 bananas de dinamite e equipamentos para detonação. O dono da oficina, um advogado investigado pelo Greco (Grupo de Repressão ao Crime Organizado) por participação em roubos a banco, foi preso.

explosivos

Bananas de dinamite e fuzil 7,62 foram encontrados em oficina do bairro Tabuleta, Zona Sul de Teresina. (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)

As apreensões foram feitas na noite de quarta-feira (11), quando uma guarnição de policiais do Rone (Rondas Ostensivas de Natureza Especial) abordou dois homens em um automóvel.

Dentro do veículo os policiais encontraram um revólver 38 e munições de diversos calibres. “Havia duas pessoas detidas e uma delas muito conhecida no mundo do crime, e a ocorrência evoluiu”, contou o coronel Raimundo Rodrigues, do Rone.

Os policiais seguiram para uma oficina de propriedade do suspeito onde foram encontrados:

– Um fuzil calibre 7,62;
– Um revólver calibre 38;
– 115 emulsões explosivos (bananas de dinamite);
– 141 munições de calibre 9mm;
– 5 munições calibre 38;
– 9 munições de calibre 7,62;
– 2 carregadores de pistola de uma carga da Polícia Militar do Piauí;
– 2 carregadores de pistola calibre 380;
– R$ 328,00;
– Duas placas de aço (usadas para proteger os veículos durante uma eventual troca de tiros);
– Um botijão de gás com maçarico;
– Uma peça de fio cordel;
– Três peças de estopim;
– 36 maços de cigarro;
– Uma caminhonete;

De acordo com o coordenador do Greco, o delegado Willame Moraes, apenas o advogado foi autuado. Ele foi identificado como Ângelo Diógenes de Sousa, que já foi preso no Piauí por roubo e formação de quadrilha, roubo de carga, posse ilegal de arma, além de já ter sido preso no Maranhão. “Ele fez parte do assalto a uma joalheria dentro de um supermercado na zona Leste de Teresina, em 2010”, lembrou o delegado.

O advogado de Ângelo Diógenes de Sousa, Manuel Júnior, disse que irá aguardar o fim das investigações e a conclusão do inquérito policial para se pronunciar sobre o caso.

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