Alta incidência de raios solares acende alerta contra o câncer de pele imprimir publicado em: 25 / 08 / 2014

É sabido que Teresina possui uma das mais altas taxas de incidência de raios solares. O sol é escaldante a maior parte do tempo. Com isso, é importante que as pessoas tomem cuidados para evitar a exposição aos raios solares sem proteção para evitar casos de câncer de pele.

raiosSegundo o dermatologista Yuri Nogueira, o fator que mais provoca câncer de pele é a exposição aos raios solares. “Em alguns casos, não temos como evitar a exposição ao sol. Então, o ideal é que as pessoas se cerquem de todos os cuidados para se proteger, como usar protetor solar, chapéus, guarda-sol e também roupas que evitem o contato direto da pele com o sol”, orienta.

A proteção deve vir desde os primeiros dias de vida. Isso porque, segundo as pesquisas realizadas até agora, ficou constatado que se a pessoa consegue uma boa proteção solar desde a infância, é mais fácil conseguir reduzir os casos de câncer. “As três primeiras décadas de vida é quando surge os maiores índices. É nesse período em que as pessoas têm menos cuidados com a proteção solar”, destaca.

Ele explica que o câncer de pele é o tipo mais comum. Estudos apontam que cerca de 25% dos casos de câncer são de pele. O especialista explica que os cânceres de pele são divididos em dois tipos: melanoma e não melanoma. “Os melanomas são os mais raros, correspondendo a 5% dos casos, mas são também os mais agressivos. Já os não melanomas são os mais comuns, mas também os menos agressivos”, pontua.

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Yuri Nogueira alerta para a necessidade de proteção contra o sol

As subdivisões continuam. Dentre os cânceres não melanoma, há o carcinoma basocelular (CBC) que é o mais frequente e menos agressivo, e o carcinoma espinocelular ou epidermoide (CEC), mais agressivo e de crescimento mais rápido que o carcinoma basocelular. Aproximadamente 80% dos cânceres de pele não melanoma são CBC e 20% são CEC.

O diagnóstico precoce deve ser sempre priorizado. Ao observar sinais como feridas que não saram, ou que sangram, que demoram muito tempo sem mudanças significativas, não coçam, não doem, o ideal é procurar logo o dermatologista. “Somente o especialista está capacitado para detectar a doença e também dizer qual o tratamento adequado”, pondera.

Com informações do Jornal O Dia


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