Alunos perdem aula por falta de transporte escolar em Batalha imprimir publicado em: 16 / 09 / 2017

escolarAlunos da zona rural de Batalha, no Norte do Piauí, perderam três dias de aula devido à falta de transporte escolar. As comunidades Serra de Dentro, Bom Assunto e Cocos enfrentam o problema que se tornou frequente ao longo dos anos.

As empresas contratadas para transportar os alunos alegam que estão com pagamentos atrasados há alguns meses, por isso o serviço foi suspenso.

De acordo com o portal Folha de Batalha, algumas rotas de transporte escolar estão sendo executadas indevidamente sob a modalidade de subempreitada, uma vez que as duas empresas contratadas pela Prefeitura por meio de adesão de ata de registro de preço, não possui frota suficiente que atenda a demanda de estudantes em todo o município. Essas empresas alugam carros de moradores da região para desempenhar o objetivo do contrato, ou seja, as duas empresas estão servindo de intermediaria entre a prefeitura e os proprietários de veículos de transporte escolar.

“As empresas contratadas pelo município sublocam veículos para realizar seus serviços, mas a Prefeitura não se responsabiliza diretamente com essas sublocações que ficam sob responsabilidade exclusiva das empresas que os contratou”, reclama o pai de aluno que não quis ser identificado.

Todos os meses, as tais empresas, que estão legalmente contatadas pela Prefeitura, recebem por seus serviços de transporte escolar mediante apresentação de nota fiscal e que supostamente é pago todo o mês regularmente.

Segundo uma professora, essa problemática do transporte escolar sempre existiu em todas as gestões. “É um caso sério que nenhum gestor municipal conseguiu solucionar. Falo com toda certeza porque acompanho esse problema desde que as escolas foram unificadas”, diz a educadora.

Outro problema grave são os carros impróprios para o transporte, que não têm manutenção. No início deste mês por pouco não aconteceu uma tragédia, pois um dos veículos que faz o transporte dos alunos faltou o freio. De acordo com o professor Guilherme Machado, o Secretário Municipal de Educação tinha conhecimento do problema.


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