‘Americana-brasileira’ projeta ida para o UFC: ‘Quero o cinturão’ imprimir publicado em: 21 / 03 / 2017

Dern

Mackenzie Dern acredita que será contratada pelo UFC este ano

A ida de Mackenzie Dern para o Ultimate parece inevitável e a própria lutadora sabe disso. Nos últimos dias, o presidente da organização, Dana White, derreteu-se em elogios para a atleta ao afirmar que “ela é sinistra”. A americana com cidadania brasileira mostrou alegria pelas declarações do dirigente e declarou ter como meta entrar no evento ainda este ano, comparando-se inclusive com a ex-campeã dos pesos-galos (até 61kg), Ronda Rousey.

– Já sabia que o UFC estava de olho, tivemos conversas com meu empresário, o UFC e minha equipe. Por isso tenho quase certeza que vai acontecer esse ano. Eles têm mostrado interesse, nós também, mas não queremos entrar para ser mais uma. Não quero entrar para fazer uma carreira boa, ganhar três, perder uma… Quero entrar, ganhar e pegar o cinturão. Ter uma ótima carreira. Treinamos muito para ser algo diferente. Talvez não seja igual a Ronda, que finalizava em 15s, mas desde a minha primeira luta já tive mais atenção do que a Ronda teve nas primeiras que fez. Ela ficou mais conhecida no Strikeforce, mas é isso que vai me fazer uma atleta mais especial e chegar mais longe. Saber que o Dana falou isso é bom. É diferente alguém do UFC ou o Dana falar isso. Fico feliz que ele está de olho, que pode me levar longe, mas, como ele falou, você não sabe o quanto uma pessoa é boa até ela enfrentar as melhores. Sei que não estou enfrentando as melhores do mundo ainda, mas estou me preparando para isso um dia – disse a peso-palha.

Entre suas metas, Mackenzie colocou que deseja chegar ao UFC como a número 1 do ranking no jiu-jítsu, esporte de sua origem, mas admite a possibilidade de não conseguir conciliar a arte suave com o MMA.

– Queria entrar no UFC como número 1 do mundo no jiu-jítsu. Tenho i plano de lutar no World Pro de Abu Dhabi e no Mundial. O que as pessoas estão falando, dando conselho, é que é hora de focar no MMA. Não que eu faça por causa de dinheiro, mas a diferença é de milhões de dólares, estamos falando de muito sucesso. São muitas mulheres no mundo inteiro, é uma coisa que quero levar a sério. Já conquistei muita coisa (no jiu-jítsu), estou sendo um pouco egoísta, querendo tudo. Quando as pessoas dão esse conselho, penso que realmente é hora de focar nisso e, no futuro, voltar para o jiu-jítsu.

Enquanto não assina com o UFC, a lutadora quer fazer pelo menos mais um confronto no LFA, organização com a qual tem contrato atualmente.

– Ainda estou achando que esse ano vou entrar (no UFC), mas não sei se será depois da próxima luta. Quero lutar no 25 de julho no LFA de novo. Tem uma menina, Andrea Lee, do peso de cima, que me chamou pra enfrentar ela. Acabou de ganhar o cinturão. Não sei se vão querer optar por ela. Não quero muito lutar nesse peso porque no UFC seria peso-palha, preciso treinar meu corpo a bater esse peso, é uma dificuldade para mim. Não quero me relaxar e acostumar em outro peso quando estou tentando tanto bater esse. Quero lutar mais uma vez e, esse ano ainda, entrar no UFC – concluiu.


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