Após incêndio, prefeitura defende transferência de feirantes na capital imprimir publicado em: 12 / 12 / 2016

incendioApós o incêndio que destruiu barracas ao lado do Mercado Central de Teresina, a prefeitura defende a transferência dos feirantes. A sugestão é que os comerciantes que atuam na feira livre, atualmente realizada nas ruas João Cabral e Riachuelo, mudem para a área interna do mercado. O incêndio ocorrido no domingo (11) destruiu cerca de 50 barracas.

De acordo com o superintendente executivo da Superintendência de Desenvolvimento Urbano Centro Norte, Ângelo Cavalcante, a organização de feiras livres é permitida pelo Código de Postura do Município. Segundo ele, a mudança depende da vontade dos próprios feirantes.

“Ali temos pessoas que vendem verduras, por exemplo, e a prefeitura tem no momento expositores dentro do mercado para onde eles podem ir”, relatou o superintendente executivo. Contudo, confome Ângelo, há resistência entre os feirantes para mudar.

 “Eles argumentam que não querem mudar por causa da tradição, porque já tem gente que conhece eles, onde eles estão e podem perder o contato se mudarem”, disse.

No momento o Mercado Central de Teresina está em reforma, que segundo a prefeitura, custará R$ 25 milhões e vai contar com a construção de estacionamento e praça de alimentação. Até o momento a reforma está em uma primeira fase, concentrada na área com lojas que vendem artesanato. O projeto tem mais de 10 anos.

“O ideal é que as pessoas liberem a rua e passem a ser permissionários do mercado. Há uma conversa em curso com eles. A questão é que não é fácil ou questão de simplesmente retirá-los”, explicou o superintendente lembrando que o Código de Postura permite que os feirantes estejam no local.

Assistência
O superintendente executivo da SDU Centro Norte informa que atualmente o apoio aos que tiveram barracas queimadas está concentrado na limpeza do local e oferecimento de linhas de crédito para a reconstrução dos negócios dos feirantes. “Estamos dando todo o apoio com a limpeza, a retirada de material e a linha de crédito especial para eles através do Banco Popular”, ressaltou.

Foram removidas estruturas metálicas das barracas danificadas e produtos que foram atingidos pelo incêndio. Quanto a linha de crédito disponível pelo Banco Popular, trata-se de empréstimos que podem chegar R$ 2,5 mil e podem ser pagos em até 12 meses com taxas entre 0,5% e 1%.

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