Atrás de desafios, Drogba chega a equipe na China: ‘Dinheiro não é tudo’ imprimir publicado em: 14 / 07 / 2012

Drogba

Drogba jogará com a camisa 11 (Foto: Reuters)

Com pompas de um superstar do futebol mundial, Didier Drogba foi apresentado neste sábado (madrugada no Brasil) no Shanghai Shenhua, da China. Mais um astro do futebol mundial a rumar para um mercado que vem se consolidando, o atacante foi questionado sobre a possibilidade de tentar atrair Frank Lampard e John Terry para o clube chinês e admitiu que pensa nesse reencontro.

– Eu falei para Frank e John para esperarem. Eu sou novo aqui. Irei debater com o presidente para deixar eles virem. Agora, o que tenho que mirar é a parceria com Nico (apelido de Anelka). Devo encontrar meus companheiros primeiro. Depois, darei boas dicas ao treinador – declarou Drobga, que ainda comparou o dono do Shenhua, Jun Zhu, ao proprietário do Chelsea, Roman Abramovich.

Herói do título do Chelsea na última Liga dos Campeões, o atacante fez questão de ressaltar que a escolha de se aventurar no futebol chinês teve como motivação principal a dificuldade do novo desafio, e não o alto salário que receberá do clube – de acordo com a imprensa inglesa, 270 mil libras (cerca de R$ 853 mil) por semana

– Dinheiro não é tudo. Eu decidi vir quando o clube e o presidente se aproximaram de mim. Eu olhei o projeto e surgiram ideias ambiciosas. Ele quer ajudar a desenvolver o futebol na China. Realmente não vim aqui com a ideia de ganhar dinheiro. Vim porque isso é um desafio completamente diferente dos que eu vi na Europa. Existem muitos desafios, mas esse é o maior. Eu quero que todos olhem para o meu país. Quero construir uma boa relação entre a China e a Costa do Marfim através do futebol – afirmou Drogba, que garantiu que doará parte de seu salário a causas beneficentes na África.

Aos 34 anos, Drogba assinou um contrato de dois anos e meio com o Shenhua. A imprensa inglesa especula que, ao fim do vínculo, o jogador deve encerrar a carreira. No entanto, o marfinense garantiu que ainda nem pensa em se aposentar.

– Depois de dois anos, eu vou ficar aqui. Eu vim aqui para vencer, não para me aposentar. Nunca considerei a aposentadoria. O que faço é apenas viver o momento. Nós temos bons jogadores e dirigentes.

globoesporte.com

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