Bando não explodiu cofre por ter dispositivo de autodestruição imprimir publicado em: 13 / 12 / 2016

servisanA quadrilha que assaltou a empresa Servi-San tinha informações privilegiadas e precisas sobre o sistema de segurança do caixa-forte.

O bando não atacou com explosivo o cofre porque obteve informações de que o caixa tinha dispositivo de autodestruição, o que causariam mortes e desmoronamentos.

O Greco (Grupo de Repressão ao Crime Organizado) colhe depoimentos dos funcionários e familiares do gerente de segurança da empresa Servi-San em busca de pistas pelos assaltantes.

Pelo menos 20 pessoas teriam participado do assalto planejado que levaram R$ 15 milhões da empresa no último sábado.

Informações dão conta de que os sete reféns da família do gerente de segurança Raimundo Nonato Cruz passou por sessão de torturas psicológicas.

A quadrilha chegou a insinuar que cortaria a orelha do gerente ou da mãe dele caso não colaborasse com as informações para o assalto. O bando acreditava que no cofre da Servi-San teria mais de R$ 100 milhões.

 

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