‘Caso smartcenter’: acusado e dono se contradizem nos depoimentos imprimir publicado em: 05 / 08 / 2014

A morte do jovem Ascheli Rafael, que foi alvejado com três tiros dentro da loja de celulares Smartcenter, na Avenida Presidente Kennedy, zona Leste de Teresina, pode ter uma reviravolta.

smartSegundo informações veiculadas pelo programa Bom Dia Meio Norte, da TV Meio Norte, edição desta terça-feira (05/08), a vítima já havia sido pego pela polícia em uma investigação feita em fevereiro de 2014. Na ocasião, Ascheli estava com um celular que havia sido roubado em um assalto à residência. A polícia ainda não informou se ele estava com o celular por ter participado da ação, ou se receptou o mesmo sem saber sua proveniência.

Em fevereiro de 2014, Ascheli havia sido investigado pela polícia, e com ele a polícia encontrou um celular que estava sendo rastreado. As investigações foram feitas pelo 12º DP.

ATIRADOR É UM POLICIAL
O acusado dos disparos que vitimaram Ascheli Rafael é de fato um policial. A informação foi confirmada pela polícia, que ainda não divulgou o nome do mesmo. Segundo o Bom Dia Meio Norte, o policial e o proprietário da loja se contradizem nos depoimentos prestados à polícia.

jovemDurante o depoimento, o proprietário da loja teria afirmado para a polícia, que o policial que disparou contra Ascheli não era funcionário da loja, e sim m cliente, mas em sua fala, o acusado afirmou que prestava serviços particulares para o empresário, e que inclusive a loja já havia sido assaltado em outras oportunidades.

Outro ponto que está sendo posto em evidência pela polícia é igualdade entre os depoimentos. Todas as atendentes que foram ouvidas falaram a mesma coisa que o proprietário da loja, inclusive a dinâmica da ação, com detalhes precisos.

IMAGENS FORAM ENTREGUES 5 DIAS APÓS
Outro fator que está posto em evidência durante as investigações, diz respeito as filmagens no local do crime. Inicialmente, a informação seria de que as câmeras de segurança estariam desligadas, mas foi contatado que funcionavam normalmente. O problema é que o HD do computador ao qual o sistema de filmagem estava ligado foi entregue à polícia apenas cinco dias após. O crime aconteceu na segunda-feira, e a polícia só teve o equipamento em mão na sexta-feira. A polícia agora investiga se houve manipulação nas imagens.

180graus.com


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