Colisão entre ônibus e carro deixa trânsito lento em Teresina imprimir publicado em: 13 / 04 / 2018

batidaPor volta das 11h da manhã desta sexta-feira (13), um acidente de trânsito envolvendo um ônibus coletivo e um carro de passeio deixou o trânsito lento na Avenida Marechal Castelo Branco, na zona norte de Teresina. A colisão lateral aconteceu em um retorno, na altura da Rua Pernambuco.

O motorista Azevedo, do coletivo 303, que faz linha Mocambinho – Assembleia, afirmou que ao fazer o retorno para entrar na via do sentido contrário, o veículo da senhora, que não quis ser identificada, se chocou com o ônibus. “O ônibus é grande e tem que abrir para fazer o retorno e quando o ônibus abriu, a senhora entrou e o ônibus encostou no carro dela”, explicou.

Apesar do susto, ninguém ficou ferido. A perícia foi acionada e um agente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Teresina (Strans), que passava no local no momento do acidente, não quis permanecer para controlar o trânsito, que coordena o fluxo.

Um popular que não quis ser identificado, informou que: “passou um rapaz de moto com a farda da Strans e simplesmente disse que não dava para marcar o local e foi embora, não ficou para agilizar o trânsito por conta de ser um cruzamento. E nem disse que ia chamar alguém. A gente mesmo que está organizando o trânsito”.

Falta de sinalização

O motorista Azevedo ainda contou que foi na última terça-feira (10) na Strans e pediu que fosse colocado um semáforo no local do acidente, tendo em vista a dificuldade dos veículos longos em fazer o retorno.

“Fui pessoalmente na Strans, pedir para que colocassem um sinal, porque aqui é um cruzamento, passam muitos veículos. Passam ônibus, que são veículos longos. Sempre que vai fazer um retorno desses, é muito arriscado. Se tivesse um sinal, ajudava mais”, afirmou.

Além da falta de sinalização, Azevedo também denunciou a falta de parada de ônibus na Avenida Marechal Castelo Branco. “Também solicitei as paradas de ônibus. Do shopping Rio Poty até a Primavera não tem uma localização de parada de ônibus, a gente não sabe onde é parada”, concluiu.


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