Corregedoria investiga se PM ajudou candidatos em TAF imprimir publicado em: 31 / 08 / 2017

corregedor da pmA Corregedoria da Polícia Militar do Piauí vai investigar a participação de um policial militar na denuncia de que candidatos estão usando substância química para potencializar seu vigor físico durante o Teste de Aptidão Física (TAF) no concurso da PM.

Há indícios de que o policial está estimulando que os candidatos utilizem o éter juntamente com outra substância para melhorar seu rendimento físico.

O coronel Raimundo Sousa, titular da corregedoria, disse que tomou conhecimento da denúncia pela imprensa.

O corregedor classificou como uma atuação antiética e que provoca desigualdade entre os candidatos. Segundo ele, todas as pessoas envolvidas serão ouvidas e que o oficial encarregado de investigar a denúncia irá solicitar cópia da reportagem para ser analisada.

O coronel garantiu que no edital o candidato não pode usar nenhuma substância para alterar sua aptidão física.

“Todo candidato sabe disso, sabe também que é antiético, imoral usar substância para até mesmo não ter risco na saúde física”.

Raimundo Sousa destacou ainda que o edital do concurso não traz qualquer previsão de exame toxicológico para o candidato durante o teste.

“Tudo que for possível para elucidar o fato será utilizado e vamos adotar todas as providências necessárias. Tudo que for desviante da conduta policial militar, incompatível com o regulamento da PM será analisado. E se algumas dessas condutas forem comprovadas nós vamos com certeza abrir outros procedimentos que possam comprovar a participação desse oficial”.

A Corregedoria garantiu que vai levantar todos os fatos e que por enquanto tudo ainda é “nebuloso”.

Na investigação da Corregedoria, os candidatos envolvidos serão chamados para prestarem esclarecimento. Uma das provas apresentadas na reportagem são conversas em um grupo de WhatsApp com os aprovados que passam pelo teste.

“A investigação é para apurar a participação ou não do oficial da PM, agora isso não impede que os candidatos envolvidos também respondam na esfera criminal”.

Segundo Raimundo Sousa todos os envolvidos terão amplo direito de defesa e o inquérito após a conclusão será encaminhado para Universidade Estadual do Piauí para as devidas providências.

nota

Cidadeverde.com


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