De volta ao Palmeiras, Felipão ganha camisa e elogia estrutura imprimir publicado em: 03 / 08 / 2018

felipaoA terceira era Luiz Felipe Scolari no Palmeiras teve início na tarde desta sexta-feira. Na Academia de Futebol, o treinador foi apresentado pelo presidente Maurício Galiotte, de quem recebeu uma camisa do clube com o número 3 (referente à terceira passagem pelo clube), e concedeu sua primeira entrevista coletiva como técnico do Palmeiras.

– É com alegria e muita satisfação e orgulho que volto ao Palmeiras. Volto motivado e (certo de) que podemos ter uma boa equipe e que podemos ganhar muito mais coisa – disse Felipão, que se demonstrou empolgado com a construção da arena do Verdão (inaugurada em 2014, dois anos após a segunda passagem do treinador pelo Palmeiras) e com a reforma da Academia de Futebol, um dos centros de treinamento mais completos do Brasil.

– Na última oportunidade que aqui estive (2012), éramos uma equipe itinerante. Jogávamos em Barueri, no Canindé, em Presidente Prudente… Não tínhamos nosso estádio, e hoje temos um estádio que é maravilhoso. Hoje, temos uma estrutura que, possivelmente, posso te dizer que vivi com uma estrutura assim em Londres, no Chelsea e mais nenhum lugar. É espetacular tudo que o Palmeiras pode dar aos seus jogadores e treinadores.

Felipão brincou com a história dos “camarões”, metáfora criada por ele em 2012 para se referir a “jogadores de qualidade”. Na época, o treinador tinha um elenco limitado, que foi campeão da Copa do Brasil, mas acabou rebaixado no Brasileirão (já sem Felipão, demitido dois meses e meio antes da queda).

Felipão disse que não se incomoda com o rótulo de “técnico do 7 a 1” e que tinha propostas de “duas ou três seleções”, mas, ao receber a ligação do Palmeiras, decidiu por voltar ao Brasil.

– Eu estava com proposta de duas ou três seleções e eu estudando e quando recebi a ligação na madrugada eu pensei se voltaria ou não, o que eu poderia ser confrontado, como seria. A mim qualquer situação não me chateia em nada: 7 a 1, 0 a 0, 5 a 5… não me afeta em nada. Só afeta a algumas pessoas da minha família, mais sensíveis ao que é escrito por aí.

Sobre a relação com a imprensa, especificamente sobre desentendimentos com jornalistas durante sua última passagem pelo Palmeiras, em 2012, Felipão disse:

– Da minha parte é normal. Eu não mudei, vocês também não devem ter mudado. Vocês vão fazer a pergunta e eu vou responder da minha forma. Quando se perde, perdem os jogadores, técnicos, o país, então não existe um responsável, e esse grupo tem que estar junto para assumir vitória e derrota, e é o que eu espero ter aqui no Palmeiras. Vou tentar fazer com que tenha esse pensamento e ter uma unidade de grupo muito grande. Já passou e não vai adiantar ficar remoendo isso. Eu não gosto de uma ou outra pessoa e não vai mudar nada para mim ou para ele e acabou.

globoesporte.com

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