Ex-PM é condenado a 16 anos de prisão por homicídio imprimir publicado em: 16 / 02 / 2018

policial

Igor Gabriel

O ex-policial militar Igor Gabriel de Oliveira Araújo foi condenado a 16 anos e 15 dias de prisão pela morte de Alan Lopes Rodrigues da Silva, 26 anos,em um posto de combustível na Avenida João XXIII. O crime aconteceu na madrugada do dia 20 de fevereiro de 2016, durante uma discussão entre o réu e a vítima.Na ocasião, Igor Gabriel sacou a arma e efetuou vários disparos de arma de fogo no pescoço e no peito de Alan, que estava de costas quando o primeiro tiro lhe atingiu.

O julgamento do ex-militar aconteceu ontem (15) na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Teresina, e foi presidido pela juíza Maria Zilnar Coutinho. O júri popular acabou considerando que a atitude do réu durante o crime deixa claro o perigo que ele representa para o convívio em sociedade. Igor vai cumpri sua sentença em regime fechado na Penitenciária Irmão Guido.

ara a promotoria de Justiça, o crime teve motivação fútil e o réu se utilizou de recursos que tornaram impossível para a vítima se defender. Isso foi o que mais pesou na sentença, segundo a decisão da juíza Maria Zilnar. Apesar de Igor Gabriel responder também a um inquérito por receptação, formação de quadrilha e contrabando aberto pela Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária , estes últimos delitos não tiveram peso para sua condenação pelo homicídio de Alan Lopes.

Entenda

alan lopes

Alan Lopes Rodrigues da Silva foi morto a tiros em um posto de combustível

Igor Gabriel de Oliveira Araújo foi preso em flagrante no dia 20 de fevereiro de 2016 após ter atirando em Alan Lopes Rodrigues da Silva, 26 anos, e o matado durante uma briga em um posto de gasolina na zona Leste de Teresina. A vítima, que era filho de um oficial de Justiça, estava com amigos na loja de conveniência do estabelecimento.

Na época, o delegado Higggo Martins, da Divisão de Homicídios, informou que o então soldado da PM estava de folga e teria tentado entrar na loja onde a vítima se encontrava, mas o estabelecimento já estava fechado para atendimento. “O Alan chegou a explicar para Igor que não podia liberar a entrada porque dependia da autorização de funcionários do local. Quando ele saiu do para conversar com o acusado, houve a discussão e os disparos”, relatou o delegado quando da prisão de Igor.

O caso foi acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar, que decidiu expulsar Igor Gabriel da Corporação três meses depois do crime. O réu havia ingressado na Força de Segurança em 2015 e era lotado na 4ª Companhia de Avelino Lopes em estado probatório. Após a expulsão dos quadros da PM, ele foi transferido do Presídio Militar e todo o processo correu pela Justiça comum.

portalodia.com

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