Firmino pede debate sério e fala em romper com Agespisa imprimir publicado em: 16 / 09 / 2016

FirminoO candidato Firmino Filho (PSDB) tocou nesta sexta-feira (16) em assuntos delicados na capital como o problema no abastecimento de água. Anunciou que se ganhar a eleição, pode romper o contrato com a Agespisa e o município assumir de vez a gestão da água. Sem citar nomes de adversários, o tucano falou ainda que a cidade precisa ouvir propostas sérias e que cabe a população julgá-las.

” Esse contrato com a Agespisa não tem sido cumprindo. Não só a Agespisa com a expansão da rede de esgotamento sanitário, como também tem retrocedido na questão da água. O governador anterior buscou alternativas e o atual governador também tem buscado. Caso isso não aconteça vamos romper o contrato para que a prefeitura possa tomar conta. O problema precisa ser enfrentando, não podemos ficar de braços cruzados”, afirmou.

Firmino admite que romper o contrato trará muito conflitos, mas está disposto a prosseguir se os problemas persistirem na capital. “Teremos muito conflito, mas é necessário que enfrentamos esse desafio em Teresina”, acrescentou.

Usando a Guarda Municipal como exemplo, Firmino criticou , embora sem citar nomes, promessas dos adversários de chamar até 1.600 homens já em 2017. Para o tucano, a população precisa de um debate sério e organizado. “Nós estamos criando uma nova instituição municipal. É necessário que ela possa dar seus primeiros passos bem. É como se você tivesse plantando uma pequena plantinha. Trate muito bem para que possa crescer forte e frondosa e servir a seus objetivos. Chamamos 100 concursados e até o final do  próximo semestre chamaremos todos os concursados, se assim a população permitir”, disse.

“É minha obrigação falar a verdade com a população. Uma amizade só é duradoura quando a conversa é franca, direta e sincera. Não cabe a mim julgar outras promessas, minha conversa é com a população de Teresina. Falo das nossas limitações e da nossa paixão por Teresina”, acrescentou Firmino.

Para o candidato, a Guarda Municipal vai servir a novos projetos na capital, tanto em áreas públicas como na preservação do patrimônio. “Ela vai servir para que possamos ter novos projetos, como nos espaços públicos e em parceria com governo fazendo intervenções urbanas em áreas mais violentas e sociais, voltadas para a juventude. Essa guarda para que tenha bom resultado precisa estar bem treinada, trabalhada, disciplinada, para que de fato cumpra seu papel. Para se ter uma ideia, a Policia Civil, que é centenária, não tem nem 1.500 homens na cidade. A Polícia Militar com 190 anos não tem 2.500 homens em exercício na cidade de Teresina. É importante fazer um debate sério e organizado”, lembrou.

Críticas

Segundo Firmino, ser criticado pelos adversários é algo “absolutamente natural” e, para compensar, prefere comemorar o resultado nas pesquisas eleitorais. “É natural que nós tenhamos que enfrentar crítica no período eleitoral, mas para nós é motivo de alegria saber que a aprovação da nossa administração está aumentando. Para nós é tudo absolutamente natural. O que nos renova de fato é a aprovação de Teresina para que nos próximos 4 anos possamos fazer muito mais. Nos dá energia necessária  para fazer uma campanha bonita”, afirmou.

Na área administrativa, Firmino entende que é preciso fortalecer o desenvolvimento urbano de Teresina. “Nós entendemos que precisamos fortalecer muito a parte do desenvolvimento urbano, nós já temos uma grande estrutura na área social, especialmente na área da saúde e pretendemos fazer reformas para fortalecer a capacidade de responder, especialmente das SDUs, que precisam ter mais autonomia e mais recursos para fazer essas obras pequenas e médias das comunidades”, ressaltou.

Mesmo com bons índices no Ideb, o tucano admite também que a educação da cidade precisa passar por adequações do que ele chamou de “deficiências”. “Deveremos também fortalecer a nossa própria educação.  Ao longo de algum tempo ela tem mostrado algumas deficiências, alguns estrangulamentos que precisam ser enfrentamos com algum tipo de reforma. Da nossa parte nós entendemos que é preciso ser feito com muita parcimônia, porque, a final  de contas, estamos na maior crise econômica da historia do Brasil. Estamos matando um leão a cada dia e indo em frente para manter a cidade funcionando e crescendo, já que é maior onda de investimento da nossa cidade. Essa crise está no fundo do poço, agora está chegando na economia do Nordeste. Até o mês de dezembro será difícil. No começo de 2017 vamos ter uma economia começando a crescer e sendo mais dinâmica”, concluiu.

Cidadeverde.com


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