Justiça ameaça tirar piloto Bruno Senna da Fórmula-1 imprimir publicado em: 26 / 08 / 2011

Bruno Senna é filmado andando em Spa-Francorchamps

Bruno Senna é filmado andando em Spa-Francorchamps

Confirmado como titular da Renault nas próximas duas corridas do Mundial de F-1 em Spa, neste domingo, e em Monza, dentro de duas semanas, Bruno Senna, 27, ainda não pôde festejar muito sua reestreia na categoria.

Isso porque, apesar de a equipe desejar ter o brasileiro até o final do ano no lugar de Nick Heidfeld, a decisão sobre quem ocupará o cockpit nas outras seis etapas do campeonato será de um juiz da Alta Corte de Londres.

Insatisfeito com a demissão na metade da temporada, o alemão entrou com um recurso na Justiça inglesa para recuperar a vaga daí o fato de a Renault só ter confirmado Bruno até o GP da Itália, em 11 de setembro.

“Infelizmente, estou dependendo agora da decisão do juiz, mas espero que a vontade da equipe, que é me manter, prevaleça”, disse Bruno, ontem, no paddock do circuito belga, onde no domingo acontecerá a 12ã de 19 etapas deste Mundial de F-1.

Segundo informações, anteontem já houve uma espécie de pré-julgamento, no qual o juiz responsável pelo caso ouviu os argumentos de Heidfeld e avaliou que perder só duas corridas não seria um dano tão grande para ele.

Como a Renault não quer Heidfeld de volta a partir de Cingapura, se não houver acordo entre as partes, uma nova audiência será realizada no dia 19 de setembro.

“Tento não me envolver muito no assunto porque não há nada que eu possa fazer”, disse Bruno, que correu um GP pela última vez em Abu Dhabi, pela nanica Hispania, em novembro de 2010.

“Espero que o Nick saiba que não é nada pessoal. Troca de piloto no meio do ano é uma coisa normal”, disse.

E, apesar da especulação de que teria ganhado o lugar por estar levando dinheiro para o time, Bruno, que é sobrinho do tricampeão mundial Ayrton Senna, falou ontem que não foi esse o caso.

“O fato de eu estar no carro agora não tem nada a ver com patrocínios. Foi um voto de confiança em mim depois do treino que fiz em Budapeste”, afirmou Bruno.

“Claro que, por outro lado, isso pode ser um bom atrativo para negociações futuras com patrocinadores e, se eu trouxer dinheiro, vai ser bom para todos, já que ajudaria no desenvolvimento do carro.”

Folha


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