Letícia Spiller comenta cena de sexo a três: ‘Não tenho estrutura’ imprimir publicado em: 08 / 09 / 2017

O clima esquentou em Os Dias Eram Assim. Monique (Leticia Spiller), Maria (Carla Salle) e Toni (Marcos Palmeira), que já estavam em clima de romance, ficaram animados e decidiram fazer sexo a três após uma noite de muita risada e vinho. Letícia Spiller falou com exclusividade para a Marie Claire como está sendo viver essa personagem moderninha em plena década de 1960:

sexo

Cena de beijo tripulo e sexo a três esquenta Os Dias Eram Assim

“Acho que cada um sabe de si, o que te machuca, o que te dá prazer. A gente deve escutar o que nos faz bem. Não importa a vida do outro, o que o outro gosta e quer. Deixa o outro viver a vida dele. Não tenho estrutura para viver algo assim tão liberal, mas pode ser que um dia a vida me surpreenda, não se deve dizer nunca, mas no momento, não, obrigada, estou bem (risos)”, diz.

Na série, ex e atual de Toni ficam amigas intimas. Letícia contou que isso é possível na vida real e já aconteceu com ela: “Eu e a Sheyla, ex-mulher do Marcello (Novaes), somos super amigas, nos gostamos muito, nunca tivemos nenhum problema e sempre fomos bem resolvidas”.

Leticia SpillerDurante uma crise existencial, Monique largou a família e passou quatro anos fora. A atriz entende a personagem, mas diz que não faria isso: “A novela tratou disso um pouco radicalmente porque a Monique estava no limite de uma crise existencial. Acredito que dá pra equilibrar seus sonhos, coisas que você quer realizar, com a sua vida familiar, com os filhos. Não deixaria meus filhos com 10 anos de idade durante quatro anos. Eu acho que teria que ter um esquema de eles irem e virem, morarem comigo. Eu acho que uma filha com 10 anos é uma fase de transformação importante. E antes disso realmente nem pensar. Mas isso é uma escolha de cada um com suas consequências. Não julgo, mas para minha vida não conseguiria”, diz.

De Monique, Letícia tem o amor pelos filhos: “Ela tem um lado maternal com o qual me identifico. Apesar de ela ter ido fazer essa viagem, a Monique se dedicou aos filhos e os criou muito bem. Talvez esse tenha sido o erro dela, ela se dedicou demais antes e deveria ter pensado nela também. Acho que ela se dedicou tanto que se perdeu dela mesma. Eu sou bem diferente dela porque comecei a trabalhar aos 15 anos de idade e sempre tive meus projetos e nunca dependi de ninguém. Não podemos julgar ninguém, cada um tem seus motivos e seus momentos”, conta.


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