Marcelo Castro critica clima de “já ganhou” entre partidos de chapa imprimir publicado em: 10 / 02 / 2018

CastroO deputado Marcelo Castro, presidente estadual do MDB, criticou o entusiasmo de alguns políticos e/ou partidos que já consideram a chapa do governador Wellington Dias (PT) vitoriosa na eleição. Para o parlamentar, é preciso ter cautela em declarações que possam demonstrar o clima de “já ganhou”.

“É uma coisa que a gente tem que fazer com muita prudência, com muita responsabilidade porque vamos enfrentar uma eleição. Esse clima de já ganhou não é um clima bom. Acho que quando a gente vai para uma eleição tem que ir com todo respeito à opinião publica, aos adversários”, declarou Marcelo.

Segundo o deputado, os partidos que compõem a base de Wellington Dias precisam ainda trabalhar para apresentar uma chapa com condições de vencer o pleito. Para tanto, Marcelo Castro ressalta a quantidade de partidos aliados ao governador que disputam a representatividade em quatro vagas majoritárias.

“A realidade de hoje é completamente diferente e até contraria de 2014, quando tinha poucos partidos na base. Não seria razoável que um partido ocupasse duas vagas das quatro quando se tem mais partidos querendo essas vagas. O mais razoável é que cada partido ocupe um vaga”, opinou.

O MDB, o último partido a entrar para a base, já fechou questão sobre o assunto e reivindica a vaga de vice-governador para a indicação do nome do deputado Themístocles Filho. “Cada um [partido] vai fazer suas argumentações. O grupo de partidos é quem vai decidir o conjunto de candidatos que melhor vai administrar o estado”, pontuou.

Maioria deve decidir sobre coligações proporcionais

O deputado Marcelo Castro comentou ainda sobre intenção de alguns partidos da base governista de formarem ‘chapinhas’ ou chapas puras para a disputa das vagas na Câmara Federal e na Assembleia. Para ele, a decisão sobre o assunto deve ser da maioria.

“Entendo, também, que os partidos que estiverem na chapa majoritária, o MDB inclusive, por estarem sendo beneficiados (votados) pelos demais, devem aceitar a decisão da maioria sobre as coligações proporcionais e não o contrário. Essa é uma maneira de retribuir o apoio recebido dos demais partidos à chapa majoritária”, disse.

Com uma base composta de mais de 10 siglas, os partidos menores começaram a discutir sobre a possibilidade de se unirem em ‘uma chapinha’ como estratégia de sobrevivência nas próximas eleições. O principal bloco é formado pelo PTC, PC do B e Podemos.

Já o partido do governador levantou a ideia de sair com chapa pura. O assunto ainda não está definido e deve ser discutido com Wellington Dias.

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