Marcos pede calma com argentinos e diz que é cedo para pressão no Palmeiras imprimir publicado em: 15 / 08 / 2014

Marcos, um dos maiores ídolos da história do Palmeiras, pede calma com Ricardo Gareca no comando da equipe paulista. O goleiro, que já participou de um rebaixamento com o time em 2002, afirmou que ainda é muito cedo para que a torcida faça pressão e se preocupe com aquela que seria a terceira queda para a Série B.

marcosO goleiro, no entanto, admitiu que a situação poderá piorar bastante caso a equipe entre na zona do rebaixamento e volte a lutar para sair das quatro últimas colocações do torneio.

“Está cedo ainda. Eu acho que a torcida está traumatizada pelos dois rebaixamentos que foram muito próximos e, em time grande, ninguém quer que isso aconteça. Aí a torcida fica com medo da zona já. Mas eu acho que está cedo”, disse o goleiro que concedeu entrevista na Academia de Futebol em um evento especial do centenário palmeirense.

De acordo com o eterno camisa 12, os atletas e os treinadores precisam ter um bom tempo de adaptação. O time tem, além de Ricardo Gareca, outros quatro argentinos recém-chegados: Augustín Allione, Fernando Tobio, Pablo Mouche e Cristaldo.

“O jogador chega e precisa de um tempo para se adaptar. Quando um brasileiro vai para a Europa, eles dão a temporada inteira para adaptar. Aqui, queremos 23 jogos na melhor condição. É muito cedo para começar essa pressão. Precisamos dar tempo para eles, para eles irem bem e não entrarem na zona. Porque, se entrar, é complicado”, completou.

Marcos admitiu que está sendo difícil comemorar o centenário em um ano com tantos problemas e com um passado recente tão problemático, mas disse que o fanatismo palmeirense leva todas as derrotas e todas as conquistas ao patamar máximo.

“A cobrança sempre foi muito grande, mas isso é normal nos grandes. Mas, no Palmeiras, quando você ganha, é muito comemorado. E ultimamente isso tem sido raro. Você anda sempre em cima da corda bamba. Se ganhar vai ser muito reconhecido para o resto da vida. E o jogador precisa saber disso. Pela falta de paciência, de sempre estar esperando muito, a pressão aumenta. Mas quando as coisas derem certo, os jogadores vão saber o que é a torcida do Palmeiras”, finalizou.

uol.com

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