MPE denuncia ex-prefeito de Campo Maior como mandante de assassinato imprimir publicado em: 18 / 07 / 2016

Joao Felix

Ex-prefeito Joãozinho Félix, acusado de ser mandante de homicídio

O Ministério Público do Piauí (MP-PI) denunciou o ex-prefeito de Campo Maior, João Félix de Andrade Filho, o Joãozinho Félix, como mandante da morte de Alípio Ribeiro dos Santos, em 2009, na época vice-prefeito de Jatobá do Piauí (134 km de Teresina). O nome de João Félix foi incluído no processo dia 06 de julho, mas ainda não houve parecer judicial. O ex-prefeito teria pago R$ 150 mil pelo assassinato.

O promotor Luciano Lopes Nogueira Ramos, da 1ª Promotoria de Justiça de Campo Maior (78 km de Teresina), fez o aditamento incluindo João Felix no processo depois de um testemunho em juízo que o mencionou. Além da menção do ex-prefeito, a testemunha também citou o nome de uma pessoa que estaria ligada a arma de fogo usada para matar a vítima.

“Nós optamos pelo aditamento depois de um testemunho que nos forneceu indícios de autoria do ex-prefeito”, afirmou o promotor. O aditamento está no gabinete do juiz da 1ª Vara de Campo Maior, onde não há juiz titular, e portanto, não é possível prevê quando será apreciado e quando serão citados os envolvidos.

morto

Alípio Ribeiro foi morto no pátio da Secretaria de Saúde de Campo Maior

Segundo o promotor, existia uma grande rivalidade entre o João Felix e o irmão da vítima, jornalista e radialista Arnaldo Ribeiro, o que seria o motivo do crime. “Esta rivalidade era decorrente das matérias produzidas pelo jornalista e que não agradavam João Felix”, explicou.

De acordo com a denúncia, também estariam envolvidos na execução de Alípio: Rosa Maria Silva Freitas, Francisco Teixeira Dantas, Francisco Teixeira Dantas Júnior, Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva Reis. A vítima foi executada com três tiros, em junho de 2009, no pátio da Secretaria de Saúde de Campo Maior.

Conforme o processo, João Felix teria procurado Rosa Maria e solicitado que ela contratasse alguém para executar o serviço. A denunciada teria entrado em contato com Marco Aurélio Pereira de Araújo e o contratado por R$ 150 mi para matar a vítima e seu irmão jornalista.

PortalAZ


PDF pagePrint page

PARTICIPE

PUBLICIDADE

REDE SOCIAl

PUBLICIDADE

    Uniao - Julho

últimas