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26/11/2018 às 07h54

Redação

Teresina / PI

Previdência “privada” do governo quer diminuir déficit de R$ 71 milhões
O objetivo é diminuir o déficit de R$ 71 milhões no sistema previdenciário do Estado. Ainda não há uma data definida para a disponibilização do fundo complementar, que deve reduzir gastos com pagamento e aposentadorias e pensões, mas a previsão é que seja a partir do próximo ano.
Previdência “privada” do governo quer diminuir déficit de R$ 71 milhões

O presidente da Fundação Piauí Prev, Marcos Steiner, adianta que os aprovados em concurso público que ingressarão nos próximos meses no quadro de servidores do governo do Estado, serão submetidos a adotarem regras da previdência complementar.

O objetivo é diminuir o déficit de R$ 71 milhões no sistema previdenciário do Estado. Ainda não há uma data definida para a disponibilização do  fundo complementar, que deve reduzir gastos  com pagamento e aposentadorias e pensões, mas a previsão é que seja a partir do próximo ano.

“É uma medida de longo a médio prazo. Em resumo, a previdência completar consiste no Estado, a partir de uma data, se comprometer a pagar os servidores que ingressarem após essa data  no máximo o mesmo valor o teto do INSS, que é R$ 5.645.81. Então o Estado só paga até esse valor. Então o que exceder o servidor vai ter opção de ou ir para uma previdência privada ou aderir a nossa previdência complementar, que é uma previdência “privada”. Mas tem diferenças. Primeiro que ela é só para os servidores e  segundo que o Estado participa da contribuição também”, explica Steiner.

Marcos ressalta que o rombo na previdência estadual é o “desafio maior” dos governos em todo Brasil e que não surgiu recentemente. “A previdência força problemas nas políticas públicas porque parte dos recursos que deveriam ser investidos nessas políticas são usados para pagar pensionistas”, destaca o presidente.

Além da previdência complementar, outras alternativas adotadas para equilibrar o regime previdenciário e trazer novas receitas para o Estado são: aumento de alíquota previdenciária para 14%, recadastramento de servidores, diferenciação das pensões temporárias e vitalícias. Para longo prazo o governo estuda implantar o fundo de investimento imobiliário, que traria recursos na forma de aluguel.

FONTE: Cidade Verde

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