Onda de boatos em Teresina assusta população e preocupa PM imprimir publicado em: 14 / 01 / 2016

boatosVários boatos ocorridos durante esta semana que circularam nas redes sociais deixaram a população de Teresina assustada. Um deles afirmava que estaria ocorrendo um arrastão dentro de um supermercado, localizado na Avenida Homero Castelo Branco. Houve também a falsa comunicação de crime a uma rede de lojas e um restaurante, na avenida Dom Severino. O último boato circulou nessa quarta-feira (13) informando de que um ônibus havia sido abordado por assaltantes que fizeram passageiros de refém na Zona Norte de Teresina.

“Num mesmo dia recebi essas informações de vários assaltos em muitos locais na Zona Leste de Teresina. Quando li, pensei: ‘acho que ninguém perderia seu tempo inventando uma coisa dessa’. Daí você acredita no boato, informa para outras pessoas e ainda fica com medo de ser alvo de algum crime”, afirmou um funcionário público que não quis se identificar.

Segundo o coronel Sá Junior, comandante de policiamento da capital, a disseminação de informações falsas gera um prejuízo incalculável para a Polícia Militar e a sociedade. “A PM tomou conhecimento desses ‘ocorrências’ e enviamos viaturas aos locais onde supostamente ocorriam os assaltos, mas tudo não passou de boatos. Isso prejudica a atuação da polícia e afeta mais ainda a sociedade, já que no momento em que os policiais atendem as falsas ocorrências, alguma pessoa pode estar realmente precisando do auxílio da polícia”, alertou.

Ainda de acordo com o coronel, diariamente cerca de 30% das informações recebidas pelo 190 são falsas. “Neste período de férias escolares as crianças ficam ociosas e passam trotes para a polícia. As pessoas que fizerem esse tipo de falsa denúncia podem ser penalizadas. Infelizmente ainda existe esse tipo de coisa (trotes) na capital e no interior”, disse Sá Júnior.

O oficial alertou ainda para que quando uma pessoa receber alguma informação dessa natureza por meio das redes sociais, deve apurar a informação antes de acionar a polícia. “A pessoa deve verificar se a mensagem é verdadeira e se vale a pena acionar a polícia e compartilhar esse tipo de mensagem”, afirmou o comandante.

Portaldaclube


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