Residência do “Minha Casa Minha Vida” vira boca de fumo no interior do PI imprimir publicado em: 02 / 08 / 2014

esperantinaUma residência do programa social “Minha Casa Minha Vida” foi flagrada como boca de fumo no município de Esperantina (a 174 km de Teresina). Durante a operação da Polícia Civil, realizada nesta sexta-feira (1º), o delegado Igor Gadelha, constatou que a residência, destinada a moradores de baixa renda, estava funcionando um local de venda e consumo de drogas. O flagrante foi no bairro Alecrim.

O delegado conta que na residência foram encontrados seis usuários de drogas, além de uma criança de dois anos, filho de José Araújo Freitas Junior, conhecido como Júnior Bombado, que seria o responsável pelo comércio de entorpecentes.

“Ele é bastante conhecido e não fazia questão de esconder a atividade ilícita. Para intimidar, andava com uma arma na cintura. Além do trabalho da Polícia Civil, o Conselho Tutelar será acionado para fazer o acompanhamento da criança que vivia naturalmente naquele ambiente. A mãe do garoto também está sendo investigada”, explica.

Durante abordagem policial foram encontrados também quatro motocicletas, animais silvestres, arma de fogo, cerca de 200 moedas. Além disse, foi apreendido papel para embalar drogas e um tablete de maconha com aproximadamente 200 gramas que, segundo o delegado seria o suficiente para produzir 300 trouxinhas do entorpecente.

esperantina“É um absurdo que uma casa popular destinada a pessoas com baixa renda estivesse sendo usada desta forma. O caso será comunicado a Caixa Econômica Federal para que averigue a situação e para que pessoas que realmente precisem possam ter um lar”, reitera Gadelha.

Minha Casa Minha Vida

As 400 casas do residencial Alecrim, em Esperantina, foram entregues aos beneficiários em janeiro deste ano. Em nota, a prefeitura de Esperantina informa que a seleção do perfil social do morador das residências do Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, bem como a fiscalização sobre as unidades habitacionais do programa é de responsabilidade exclusiva da Caixa Econômica Federal.

Em nota, a prefeitura destaca ainda que é somente responsável pelo cadastro das famílias que concorrem à seleção e sorteio feitos pela Caixa e que novas residências estão sendo construídas no bairro.

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