Robert Rios denuncia ‘festival de gastança’ no Executivo imprimir publicado em: 30 / 08 / 2017

Robert RiosO deputado Robert Rios (PDT) advertiu que Estado não tem reserva de caixa para pagamento do décimo terceiro salário dos servidores públicos e que o governo determinou o corte de gastos justamente para fazer frente à dificuldade financeira vivida pelo Executivo.

Segundo Rios, o Estado vive um festival de gastança, inclusive com a criação de nove coordenadorias para abrigar os aliados,  “causando um tsunami na oposição”.  O deputado afirmou que o governador Wellington Dias teria reunido vereadores no Palácio de Karnak para liberar R$ 500 mil em obras para cada um.

O líder da oposição lamentou a aprovação de vários vetos pelo Plenário, de matérias que foram discutidas com profundidade e aprovadas por unanimidade. “Até o autor do projeto voltou a favor do veto… E oposição na Casa está menor que a matemática. Alguém na oposição está anfíbio. Aqui é oposição, mas está nadando lá (no Karnak)”.

Rios reclamou do vetos ao projetos de sua autoria que criavam uma rede de combate à corrupção do Piauí, inclusive concedendo prêmio às pessoas que denunciassem irregularidade ou indício de corrupção na gestão pública.

“O argumento do governo foi que o servidor público já tem por obrigação denunciar desvios, condutas irregulares, os crimes, mas o governador aprovou uma lei que beneficia policial que apreender armas”, lembrou.

O outro projeto vetado tornava obrigatória a divulgação do custo da publicidade no âmbito do Estado. “Esse dinheiro é nosso. Eu sou contribuinte e não posso saber quanto estão gastando com propaganda”.

Robert Rios prometeu propor um projeto de lei concedendo ao governador Wellington Dias como “amigo da corrupção” e  “mui amigo do povo do Piauí… Esse já é sexto projeto de combate à corrupção que é vetado pelo governador Wellington Dias”, afirmou o orador, citando as irregularidades no transporte escolar no Estado.

Ainda segundo Robert Rios, o prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB) tem sido vítima de uma campanha difamatória na mídia.

Por fim, Rios citou o senador Ciro Nogueira (PP), duvidando que ele vá receber Lula no aeroporto ou que suba no palanque do PT durante a visita do ex-presidente ao Piauí.


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