Sem acordo, greve dos ônibus segue por tempo indeterminado na Capital imprimir publicado em: 24 / 05 / 2014

O primeiro dia da greve dos motoristas e cobradores de ônibus de Teresina foi marcado por paradas cheias, poucos ônibus circulando nas ruas, garagens lotadas e protestos de motoristas e cobradores. E os transtornos seguem, pois a categoria não aceitou nenhuma das propostas sugeridas na reunião do Tribunal Regional do Trabalho do Piauí (TRT-PI).

greveUma das sugestões acordadas, ainda na quinta-feira (22), pelo Sindicato dos Empresários (Setut), dos Trabalhadores Rodoviários (Sintetro), representantes da Superintendência de Transporte e Trânsito (Strans) e Governo do Estado, indicava um reajuste de 7,5% com data-base para janeiro e a segunda propunha um reajuste de 8% com data-base para maio.

Todavia, ontem (23), em assembleia geral, motoristas e cobradores de ônibus rejeitaram as duas propostas. O presidente do Sintetro, Francisco das Chagas, levantou a contraproposta de 8% de reajuste linear para salário, ticket alimentação e plano de saúde, com a mudança da data-base para janeiro. Os trabalhadores não aceitaram e levantaram a proposta de 10%, com data base para janeiro, aprovada pela maioria. Com a decisão dos motoristas e cobradores de ônibus, a greve continua por tempo indeterminado.

O Sintetro comunicou a decisão da assembleia ao desembargador Meton Marques, presidente do TRT-PI, que considerou a recusa da proposta, de 8%, natural. Para o desembargador, até o momento, a greve ainda é considerada legal. “A proposta não foi negada por unanimidade e a maioria que votou contra pode ser convencida a qualquer momento”, avaliou.

Com informações do Jornal O DIA


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