THE: Servidores da educação e saúde ameaçam greve pelo reajuste linear imprimir publicado em: 27 / 05 / 2014

Pelo menos quatro categorias de servidores municipais ameaçam iniciar uma greve unificada a partir desta terça-feira (27). Profissionais do magistério, da enfermagem, radiologia e odontologia reivindicam o reajuste linear anual, que compensa as perdas salariais decorrentes da inflação do ano anterior.

geralNesta terça-feira, os servidores se reuniram na frente da Câmara Municipal, onde será lida durante a sessão o projeto de lei encaminhado pela prefeitura, prevendo o reajuste de 5,85% para algumas categorias do município.

Os servidores tentam pressionar os vereadores a pedirem vistas do projeto de lei, adiando a sua aprovação. Eles alegam que o reajuste linear anual está excluindo mais de 60% dos servidores municipais dos setores de educação e saúde.

Segundo João Henrique Souza, presidente do Sindicato de Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos de Enfermagem, já é consenso da categoria aderir à greve. “Os servidores do HUT estão avisados e vão grevar caso o reajuste não contemple os profissionais”, disse ele.

Por outro lado, o secretário de Administração do município, Charles Max, questiona o percentual daqueles que teriam ficado de fora do reajuste. “Os números divulgados pelos sindicatos não correspondem à realidade. Algumas categorias estão fora do reajuste linear porque já negociaram diretamente com a prefeitura um aumento específico, que foi maior que a inflação”, disse o secretário.

Como exemplo, Charles Max cita os técnicos de enfermagem e enfermeiros. “O aumento negociado pela prefeitura com essa categoria foi superior a 10%. Já os professores, além de ganharem o piso nacional, também tiveram um aumento acima da inflação. Portanto, já foram contemplados”, alega Max.

A presidente do Sindserm, Letícia Campos, contesta a justificativa da prefeitura. “Eles querem transformar o repasse federal no reajuste anual. O aumento de salário é um direito de todas as categorias independente do plano de cargos e carreiras”, disse a sindicalista.

Agora, os servidores acompanham a sessão na Câmara do Vereadores para pressionar o pedido de vistas do projeto de lei.

portalodia.com


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