Souza, ex-jogador de São Paulo e PSG, é preso pela PF antes de partida imprimir publicado em: 03 / 03 / 2017

SouzaO jogador Souza, ex-São Paulo e Paris Saint-Germain (França), foi preso pela Polícia Federal em Brasília na tarde desta quinta-feira (2). O atleta, que atua pelo Brasiliense, foi levado para a superintendência da PF por crime tributário, após despacho da Justiça de São Paulo.

De acordo com o advogado do jogador, João Henrique Chiminazzo, a prisão preventiva está relacionada a um processo de 2015. O nome de Souza estaria ligado a um suposto crime contra a ordem tributária, envolvendo contratos de direito de imagem com clubes nacionais, como São Paulo, Fluminense e Grêmio.

“Eles dizem que esse direito de imagem era uma fraude para burlar o sistema tributário. Tentaram citá-lo, mas por conta das mudanças de endereço não conseguiram. Nesse primeiro momento queremos tirá-lo da prisão, mas nós não tínhamos conhecimento do processo”, afirmou.

Willans Souza foi contratado pelo clube de Brasília em novembro do ano passado e vinha atuando como titular ao longo do campeonato do DF. Ele estava relacionado para a partida desta quinta, contra o Paracatu, no estádio Abadião, em Ceilândia.

Souza foi preso ainda no vestiário, pouco antes de entrar em campo. Ele teria sido detido logo após o aquecimento da equipe. O Brasiliense alegou desconhecer a ação.

Campeão da Libertadores e Mundial pelo São Paulo, o veterano Souza atua pela primeira vez no futebol do Distrito Federal. Além de São Paulo e PSG, o meia de 37 anos traz no currículo grandes clubes como Grêmio, Fluminense e Cruzeiro.

Prisão preventiva

Um pedido de revogação da prisão preventiva de Souza foi apresentado na noite desta quinta ao poder judiciário. O advogado João Henrique Chiminazzo disse que incluiu no documento o contrato de trabalho entre o atleta e o Brasiliense.

“A residência dele é em Brasília e as mudanças de endereço anteriores ocorreram por conta das mudanças de clube em que ele atuava. O Souza em momento algum tentou se ocultar de receber a citação do processo”, disse.

A prisão preventiva é por prazo indeterminado. O advogado afirmou ainda que não teve acesso às informações relacionadas aos valores supostamente sonegados.

G1


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