Tecnologia de realidade virtual do Facebook não foi roubada, diz Zuckerberg imprimir publicado em: 18 / 01 / 2017

markO presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, prestou depoimento em um tribunal de Dallas, nos Estados Unidos, nesta terça-feira (17), e negou que a tecnologia de realidade virtual da Oculus, empresa adquirida pela rede social, foi roubada. A acusação é feita por uma empresa que move um processo contra o Facebook.

Zuckerberg rebateu acusações do advogado da editora de videogames ZeniMax Media. A empresa processou a Oculus em 2014, quando o Facebook estava em processo de compra da startup por US$ 2 bilhões. A editora afirmou que a Oculus conseguiu acesso ilegal à propriedade intelectual da ZeniMax enquanto estava desenvolvendo o sistema de realidade virtual que inclui os óculos Rift.

Zuckerberg afirmou no tribunal lotado que as acusações são falsas. “Os produtos Oculus são baseados em tecnologia da Oculus”, afirmou o presidente do Facebook.

Ao ser questionado por Tony Sammi, advogado da ZeniMax, o bilionário de 32 anos descreveu os investimentos do Facebook em realidade virtual. Zuckerberg afirmou que a compra da Oculus incluiu não apenas o preço de US$ 2 bilhões, mas também US$ 700 milhões para manter funcionários e US$ 300 milhões em pagamentos de bônus pelo cumprimento de metas.

Zuckerberg afirmou que o acordo com a Oculus foi concluído durante um fim de semana de 2014 e que na época ele não estava ciente das acusações contra a Oculus. “É muito comum quando você anuncia um grande acordo que pessoas simplesmente apareçam afirmando que detêm parte do negócio”, disse Zuckerberg.

O processo judicial, que está em seu sexto dia de julgamento, refere-se em parte ao programador John Carmack.

Conhecido por ajudar a conceber videogames como “Quake” e “Doom”, Carmack trabalhou para a empresa id Software, antes de a companhia ser comprada pela ZeniMax. Ele é atualmente o vice-presidente de tecnologia da Oculus.

Zuckerberg negou que Carmack tenha usado código de programação de seu emprego anterior para ajudar a Oculus de maneira injusta. “Não há código compartilhado no que fazemos”, disse o presidente do Facebook.

Reuters


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