TJ do Piauí e CNJ firmam termo de cooperação pioneiro no país imprimir publicado em: 17 / 01 / 2016

TJ-PIO Tribunal de Justiça do Piauí e o Conselho Nacional de Justiça firmaram um Termo de Cooperação Técnica para implantação do sistema Processo Judicial Eletrônico na corte piauiense. O Piauí será o primeiro estado a ter acesso ao sistema do CNJ através do programa cloud computing. O termo foi assinado em Brasília pelo presidente do TJ-PI, desembargador Raimundo Eufrásio e o presidente do CNJ, ministro Ricardo Lewandowski.

Com base no termo assinado, o Conselho se compromete a configurar, instalar e hospedar o ambiente tecnológico do sistema, além de efetuar a manutenção do PJe. O CNJ ficará responsável, ainda, por ministrar capacitação e treinamento para os servidores do Judiciário piauiense. Já o TJ-PI se compromete a utilizar o sistema, hospedado no CNJ, além de multiplicar o conhecimento técnico entre seus servidores, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público e a Defensoria Pública, por meio de elaboração e distribuição de cartilhas de uso. O tribunal estadual deverá também informar o cronograma de implantação do sistema nas comarcas.

O desembargador Raimundo Eufrásio destacou que, com o PJe, o TJ-PI deve economizar em papel, em tinta e em tempo. “A celeridade será admirável, vamos contribuir com a prestação jurisdicional que a população do Piauí merece”, afirmou. O Termo de Cooperação Técnica tem vigência de 12 meses, podendo ser prorrogado automaticamente por até 60 meses, e não envolve transferência de recursos. De acordo com o juiz auxiliar da Presidência do CNJ Bráulio Gusmão e integrante da gerência executiva do sistema PJe, o uso da computação em nuvem visa a otimizar custos e também a prestação do suporte que o Conselho deve dar ao tribunal.

“A tendência é a de diminuição dos custos operacionais, pois essa tecnologia facilita a implantação do PJe. Como o CNJ já tem o know-how sobre a melhor infraestrutura do sistema, nós poderemos dar um suporte mais próximo, ao mesmo tempo em que o tribunal não precisará criar toda uma infraestrutura, que será provida pelo CNJ”, afirmou o magistrado. “O objetivo desse projeto piloto é verificar o quanto essa estratégia de uso da tecnologia pode nos ajudar no futuro”, concluiu.


PDF pagePrint page

PARTICIPE

PUBLICIDADE

    Vale Vermelho

REDE SOCIAl

PUBLICIDADE

    Physio II

últimas