União Europeia planeja Wi-Fi gratuito e velocidade mínima de 100 Mbps imprimir publicado em: 15 / 09 / 2016

Jean-Claude Juncker, presidente

Jean-Claude Juncker, presidente

A União Europeia planeja levar Wi-Fi gratuito a toda cidade dos países membros até 2020, afirmou o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, durante o discurso sobre o estado do bloco nesta quarta-feira (14).

“Nós propomos hoje equipar toda vila e cidade europeia com acesso gratuito à internet sem fio em torno dos principais centros de vida pública até 2020”, disse Juncker.

Para cumprir o plano, a UE investirá 120 milhões de euros (US$ 134 milhões) nos próximos anos. O dinheiro custeará equipamentos de conexão em parques, praças e livrarias, em um esforço conjunto com as autoridades locais.

O braço executivo da comunidade europeia propôs ainda que as casas do bloco sejam atendidas com velocidades de download de pelo menos 100 Mbps (Megabit por segundo) em 2025.

Outra proposta feita pela Comissão Europeia é desenvolver o 5G até 2025. Essa é a quinta geração da tecnologia de telecomunicação móvel e sucessora do 4G. “Isso tem o potencial de criar quase dois milhões de empresas na UE”, afirmou Juncker.

Em fevereiro deste ano, UE e Brasil assinaram um acordo para unir esforços no tratamento do 5G. O documento foi assinado durante o Congresso Mundial de Celulares (MWC), em Barcelona (Espanha), pelo comissário europeu de Economia e Sociedade Digitais, Günther Oettinger, e o então ministro das Comunicações, André Figueiredo.

“Depois de acordos fundamentais assinados com China, Japão e Coreia do Sul, a iniciativa de cooperação firmada com o Brasil constitui um novo passo de capital importância para a obtenção do 5G”, afirmou Oettinger.

A ideia de levar Wi-Fi gratuito a todos os lugares do bloco, elevar a taxa de conexão e tornar o 5G operacional faz parte da estratégia da UE de ampliar a conectividade no bloco econômico. Para isso, a Comissão formulou um projeto de lei, o Código Europeu de Comunicações Eletrônicas, que funde e aperfeiçoa quatro diretivas já existentes.

A proposta tem de ser aprovada pelo Parlamento Europeu e pelos ministérios nacionais antes de entrar em prática.

G1


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